26 de julho de 2014

"Kobe Bryant, o segundo maior jogador de todos os tempos"

 "Bem, ele costumava ser Kobe Bryant, o segundo maior jogador de todos os tempos. Agora, eu tenho um novo jogador favorito para jogar contra: meu ex-companheiro de equipe, LeBron James."

Essas são as palavras de Dwyane Wade, ala do Miami Heat. Em resposta a uma pergunta sobre quem era o atleta que ele mais gostava de enfrentar, além de responder Kobe Bryant, Wade destacou que o Black Mamba é o segundo maior jogador da história da liga, ficando atrás apenas de Michael Jordan.

Agora com a saída de James para o Cleveland Cavaliers, o ala-armador da franquia da Flórida se diz ansioso para enfrentar o antigo companheiro, que atuou ao seu lado de 2010 até julho de 2014. Não sei o que vocês acham, mas para mim o top 3 não sai de Jordan, Magic e Bird. Opinião é opinião. Wade deu a sua. 

Com o contrato garantido, o que podemos esperar de Vitor Faverani?


Eu leio muita gente comentar sobre os brasileiros na NBA, destacando o bom ano de Tiago Splitter, de Nenê, o ano sem lesões de Varejão, a volta de Leandrinho, o ingresso de Bruno Caboclo, porém não podemos esquecer de um nome: Vitor Faverani. Com contrato em vigor, Vitor é outro nome brasileiro garantido para a temporada 2014/2015, e precisamos ficar de olho.

Em julho de 2013, o gaúcho de Porto Alegre assinou contrato de três anos e pouco mais de 6 milhões de doletas. Para o próximo ano, ele receberá pouco mais de 2 milhões. Após um início de altos e baixos em sua temporada de novato (mesmo aos 25 anos, era considerado rookie). O início foi acima de qualquer expectativa. Em seus dois primeiros jogos, Vitor já acumula 12,5 pontos, 10,5 rebotes e 4,5 blocks de média. Ok, dois jogos apenas, porém nem a sua família, creio eu, esperava um início dessa forma. 

Depois veio o choque de realidade e os números começaram a cair. Normal. Alternando entre bons e maus jogos, o brasileiro começou a esquentar no banco e viu seus minutos despencarem para pouco mais de 10 minutos por noite. A irregularidade foi tão grande que o Boston Celtics, de 25 de janeiro até 5 de fevereiro, o enviou TRÊS vezes para a D-League. Na liga de desenvolvimento, foram quatro jogos pelo Maine Red Claws: 19 pontos e 11 rebotes de média. Faverani mostrava evolução e sempre acabava voltando ao elenco principal da franquia. Até que no início de março, uma lesão no joelho, o tirou da temporada. Foram 37 jogos e médias de 4,4 pontos e 3,5 rebotes.

E agora? Como será daqui pra frente? Esse ano vai ser fundamental para o pivô. A temporada 2015/2016 não está garantida 100%. Em contrato, se Vitor for dispensado antes de 15 de julho do próximo ano, ele se torna agente livre automaticamente. Sem choro. Caso contrário, ele permanece para cumprir seu último ano com a franquia verde. Por isso ele precisa mostrar serviço. Com a reformulação acontecendo em Massachusetts, o técnico Brad Stevens vai apostar em todo o seu elenco. Aquele que dar resultado e aproveitar cada minuto ganho, ganhará pontos preciosos com o comandante. Vitor precisa estar atento. Ele já passou pelo processo de adaptação e já tem condições de brigar por um espaço no time. Recuperado de lesão e 100%, torceremos por uma bela temporada. É o Brasil na NBA!

Aqui o seu melhor jogo na temporada:

24 de julho de 2014

Para matar a saudade de NBA...



Para matar a saudade da liga e não cair no marasmo da offseason, que tal relembrar esse jogo que aconteceu em 8 de abril de 2012? Após estar perto da derrota por duas vezes, o New York Knicks recorreu à Carmelo Anthony, que com duas bolas de três, levou a galera no Madison Square Garden a loucura. Foram 43 pontos (51% FG), 7 rebotes e 3 assistências naquela tarde de domingo. É um dos vídeos que eu mais gosto de assistir.

E não se esqueça...

Faltam 79 dias para o NBA Global Games Rio de Janeiro;
Faltam 96 dias para a nova temporada da NBA.

23 de julho de 2014

E os rumores sobre Kevin Love aumentam


Os dias mais chatos da offseason, de forma inevitável, chegaram. Agora temos que nos abraçar em pequenos rumores e aguardar o início pré-temporada, em outubro. O que ajuda neste ano é o fato do mundial de basquete acontecer muito em breve. E nesses dias de diversas apresentações, o nome de Kevin Love segue no campo da especulação.

Primeiro veio o Cleveland Cavaliers disposto a ceder Andrew Wiggins e Anthony Bennet + futura escolha de Draft. Loucura? Bom para ambos? O fato é que LeBron James quer jogar com Kevin Love. Os executivos estão trabalhando para deixar o terreno limpo, fazendo trocas com o intuito de conseguir negócio com o ala-pivô do Minnesota Timberwolves.

Hoje o boato da vez é que o Chicago Bulls retomou o seu interesse pelo jogador. Como Love ainda não é agente livre, o negócio só sai através de uma troca. O que o Bulls cederia? Taj Gibson, Nikola Mirotic e Doug McDermott. 

É muita coisa por um atleta que desconhece os playoffs e sobra em uma franquia que vem fracassando ano pós ano? Kevin Love não quer ficar em Minneapolis, porém os Wolves só vão o liberar se alguma oferta interessar a franquia. Na temporada 2013/2014, o camisa 42 anotou média de 26,1 pontos e 12,5 rebotes por partida.

Para Nenê, seleção brasileira é melhor que Washington Wizards


 "Eu gosto de visar o momento, meu foco é aqui. E acho que a seleção é muito melhor que o time que tenho lá".

Se preparando para o Mundial de Basquete, o brasileiro Nenê Hilário concedeu entrevista aos jornalistas em São Paulo falando sobre o torneio, sobre a carreira e o fato de usar a camisa da seleção. Apesar de estar atuando na principal liga de basquete no planeta desde 2002, Nenê vai atuar no seu primeiro mundial.

Um dos temas mais abordados nas entrevistas são suas dispensas ao longo dos anos, a reprovação por alguns torcedores brasileiros e as duras críticas de Oscar Schmidt. Além de estar tranquilo, o ala-pivô ainda comentou que a atual seleção brasileira é melhor que o Washington Wizards, sua equipe na NBA.

A competição acontece de 30 de agosto até 14 de setembro, na Espanha. O Brasil está no grupo A ao lado de Espanha, Sérvia, Egito, França e Irã. Principais nomes do basquete brasileiro na NBA (Varejão, Splitter, Nenê e Leandrinho) estão confirmados para o mundial. 

* a declaração de Nenê foi retirada do site da ESPN Brasil.

20 de julho de 2014

Uma pequena homenagem para Ray Allen


Era um 20 de julho de 1975 quando nascia Walter Ray Allen, em Merced, na Califórnia. Poderia ser apenas mais uma simples criança vindo ao mundo, porém se tratava de um cara especial. Se tratava de um dos maiores chutadores dessa liga, sendo o recordista de bolas de três convertidas na história. Qualquer tipo de homenagem é pouco.

Na faculdade, atuou de 1993 até 1996 na Uniservidade de Connecticut e foi responsável por uma média de 19,0 pontos, 6,0 rebotes e 2,4 assistências. Em seu último ano, sua média era de 23,4 pontos (46,6% de aproveitamento nos chutes de 3); Inscrito no NBA Draft de 1996, é selecionado na quinta escolha pelo Milwaukee Bucks. Desde então, são 18 temporadas de Ray Allen na NBA e o PN vai relembrar os números do jogador.

É apenas uma lembrança para não deixar esse dia passar em branco. Com certeza já falamos muito do Ray aqui no blog, porém é sempre bom destacar. Eu sei que boa parte da torcida do Celtics ainda vai o chamar judas, mas em nenhum momento podemos esquecer o que ele fez de bom na franquia. Vale lembrar que o atleta ainda não sabe se vai optar por se aposentar ou seguir mais uma temporada. O Cleveland Cavaliers aparece como uma das equipes interessadas no jogador.

A carreira na NBA:

Milwaukee Bucks

- 7 temporadas (1996 até 2003)
- 494 jogos
- 9681 pontos (média de 19,6)
- 2260 rebotes (média de 4,6)
- 1861 assistências (média de 3,8)
- 2587 bolas de três chutadas
- 1051 bolas de três convertidas (40,6% de aproveitamento)

Seattle SuperSonics

- 5 temporadas (2003 até 2007)
- 296 jogos
- 7273 pontos (média de 24,6)
- 1375 rebotes (média de 4,6)
- 1241 assistências (média de 4,2)
- 2252 bolas de três chutadas
- 869 bolas de três convertidas (38,6% de aproveitamento)

Boston Celtics

- 5 temporadas (2007 até 2012)
- 358 jogos
- 5987 pontos (média de 16,7)
- 1215 rebotes (média de 3,4)
- 981 assistências (média de 2,7)
- 1949 bolas de três chutadas
- 798 bolas de três convertidas (40,9% de aproveitamento)
- 1 título

Miami Heat

- 2 temporadas (2012 até 2014)

- 152 jogos
- 1564 pontos (média de 10,3)
- 422 rebotes (média de 2,8)
- 278 assistências (média de 1,8)
- 641 bolas de três chutadas
- 255 bolas de três convertidas (aproveitamento de 39,8%)
- 1 título

Total

- 1300 jogos (14º que mais jogou)
- 46344 minutos (11º com mais minutos na história)
- 2973 bolas de três convertidas (líder em absoluto)
- 24505 pontos (21º na história)
- 89% de aproveitamento nos lances livres (6º na história)
- 10x selecionado para o All-Star Game
- 2 campeonatos
- 184 milhões de dólares em salários

Aqui uns vídeos para relembrar a carreira desse mito:

Sendo selecionado no NBA Draft



Batendo o recorde de Reggie Miller
   

A bola sensacional nas finais de 2013



Feliz aniversário, Ray Allen!

O jogo em que Michael Jordan enfrentou Scottie Pippen


Eles foram companheiros de equipe em 10 temporadas. Foram campeões nas seis finais que o Chicago Bulls chegou. É impossível falar de um e não lembrar o outro. Sim, estou falando de Michael Jordan e Scottie Pippen. O camisa 23 e o camisa 33 são responsáveis pela dinastia imposta pelos Bulls nos anos 90. Nem mesmo a passagem apagado de Jordan pela liga de baseball apagou a sintonia de ambos. Sempre que estiveram juntos, era um caos para os adversários.

Além de tudo isso, são os atletas que mais vestiram a camisa da franquia do Illinois. Jordan atuou em 930 jogos enquanto Pippen atuou em 856. Após a conquista do sexto título, em 1998 contra o Utah Jazz, chegou o momento do adeus. O rei do basquete anunciava a sua aposentadoria. Pippen, ainda com gás aos 33 anos, se mudou para Houston, indo jogar nos Rockets.

Depois de anos de parceira, o destino proporcionaria algo difícil de engolir: Jordan ENFRENTARIA Pippen. Após 1640 dias desde o jogo 6 das finais em 98, os dois pisariam na mesma quadra para simplesmente se enfrentarem. Era Jordan com a camisa 23 do Washington Wizards versus Pippen com a camisa 33 do Portland Trail Blazers.

Em 10 de dezembro de 2002, no MCI Center (ginásio do Wizards), os Blazers passaram o carro por cima. A partida terminou 98x79 para o time do Oregon, que liderou o placar em 47 minutos e 3 segundos. Em 29 minutos em quadra, Michael anotou apenas 14 pontos (6-10 FG), 5 rebotes e 1 assistência. Por outro lado, Pippen marcou os mesmos 14 pontos (6-7 FG), 7 rebotes e 5 assistências. Foi o único jogo onde os dois estavam defendendo equipes opostas em toda a história.

Aqui tem alguns momentos daquele jogo que, de uma forma, também entra na história.

19 de julho de 2014

A participação do Brasil na Summer League


E terminou a participação do Toronto Raptors na Summer League de Las Vegas. Mesmo alternando entre altos e baixos, foi positiva a participação da franquia canadense, que contou com muitos nomes desconhecidos. O Brasil esteve representado por Bruno Caboclo, Lucas Bebê e Scott Machado. Foram cinco partidas, duas vitórias e três derrotas.

Os Raptors tinham um propósito nessa competição: analisar certos jogadores para poder aproveitar no elenco principal. Não quis contar com alguns atletas que já tiveram contato direto com o profissional. O mais bacana é que a principal figura era Bruno, que chocou boa parte da imprensa ao ser selecionado na primeira rodada do NBA Draft. A surpresa foi tão grande que Adam Silver nem conseguiu decorar a tempo o nome, e disse: "Bruno Cabolou". Bancado pelos executivos, Caboclo chegou com status de "Kevin Durant brasileiro". O porte físico e a facilidade para arremessar de longa distância realmente chamam a atenção.

Com toda essa expectativa, Bruno ganhou muito destaque nas transmissões da NBA TV, seus lances ganham mais ênfases nos melhores momentos... todo mundo quer conhecer esse jogador que veio do Pinheiros. Nesses cinco jogos, Caboclo anotou 11,4 pontos, 3,0 rebotes de média, além de 39,5% de aproveitamento nos arremessos de quadra. O que mais impressionou foi a facilidade de arremessar e se movimentar. Bruno é muito rápido e consegue fazer um jogo de transição excelente. O que não gostei foi os chutes forçados, porém isso é natural. Na NBA, ele vai se adaptar e saber a melhor hora de efetuar o chute. Eu realmente acredito que Bruno vai ter espaço nesse elenco. Com uma equipe inteira dando suporte ao ala, seu jogo vai evoluir e ele poderá ser importante em alguns anos na franquia. Não esperem um ano fenomenal. Nota 7.

Partindo do Bruno vamos até o Lucas. Os Raptors anunciaram que vão pagar a multa de Bebê com o Asefa Estudiantes e o pivô vai estar no elenco para a temporada 2014/2015. O que vi no Lucas foi uma preocupação no jogo defensivo. A média de arremessos por jogo foi de 3 (aproveitamento de 53%). Na defesa, Bebê procurou os rebotes e se preocupou em defender a cesta de qualquer forma. Sua participação na Summer League de 2013 é lembrada pelo festival d tocos quando ainda atuava pelo Atlanta Hawks. A média do pivô foi de 5,0 pontos, 5,8 rebotes e 0,6 blocks por jogo. Uma nota 6, passa de ano sem recuperação e garante vaga no time principal. Bebê vai aprender muito com o pessoal do garrafão dos Raptors.

Scott Machado não aproveitou a chance de mostrar serviço e conseguir contrato. Ele atuou em apenas 3 jogos (em 2 sequer pisou na quadra) e se despede da SL com 1,7 pontos, 1,7 rebotes e 1,0 assistência de média. Ele não acertou arremessos de quadra: 0-9. Seus pontos saíram através de lances livres. Está cada vez mais complicado para Machado achar uma equipe na NBA. Eu acho o mais prudente ele seguir na D-League, desenvolver o seu jogo e buscar alternativas na Europa. Não descarto nem NBB. Nota 3.

Você concorda? Comenta aí o que você achou da participação dos brasileiros na Summer League. 

18 de julho de 2014

LeBron James desbanca Michael Jordan e é eleito o atleta mais popular nos Estados Unidos


Após 11 anos atuando na principal liga de basquete do planeta, LeBron James é eleito a figura mais importante do esporte nos Estados Unidos. O ala que está retornando ao Cleveland Cavaliers destronou o rei Michael Jordan, que liderou a pesquisa de 1993 até 2005 (em 2006 perdeu o primeiro lugar para o golfista Tiger Woods, e recuperou em 2013). 

O jogador acabou sendo muito criticado após a offseason de 2010 quando preferiu sair de Cleveland da pior maneira possível, em um programa de televisão, expondo de maneira desnecessária a cidade e os fãs de Ohio. Após quatro finais, dois títulos e o prêmio de MVP das finais, James se valorizou e, finalmente, alcança o topo da lista.

A entrevista foi realizada pela Harris Interactive e contou com a participação de 2241 adultos entre 11 e 16 de junho. Entre os atletas da NBA, Michael Jordan apareceu em segundo, e Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers aparece em quinto.

Top 10

1. LeBron James (NBA)
2. Michael Jordan (NBA)
3. Derek Jeter (MLB)
4. Peyton Manning (NFL)
5. Kobe Bryant (NBA)
6. Dale Earnhardt Jr. (Nascar)
7. Tom Brady (NFL)
8. Tiger Woods (Golfe)
9. Drew Brees (NFL)
10. Aaron Rodgers (NFL)