20 de setembro de 2014

Camisetas de mangas com poucas vendas


As camisetas com mangas seguem dando o que falar. Após inúmeras tentativas da liga em consolidar o modelo entre os fãs, a NBA começa a repensar e estuda a forma de eliminar o material. Quem confirma isso é o comissário Adam Silver, que prometeu excluir as mangas ainda neste verão americano.

Além do modelo não agradar o público e gerar muitas críticas, sendo inclusive chamadas de pijamas (uniformes do All-Star Game, dos Wolves, Clippers, Suns e Warriors), as camisas não estão dando retorno financeiro. Quem garante é uma das pessoas que trabalham direto com o comércio dos materiais, em entrevista a Paul Lucas. A Yahoo Sports! também noticiou que o número de vendas estão muito abaixo do esperado.

E para agravar a situação, estrelas como LeBron James, Dirk Nowitzki e Stephen Curry reclamaram em suas redes sociais, declarando não gostar das tais camisetas com mangas. Isso afasta os fãs e traz uma imagem negativa, dificultando futuras vendas. Sem saída e sem lucro, logo poderemos ver a extinção do material.

12 de setembro de 2014

As últimas do mercado da NBA


Senhores, já estamos em 12 de setembro e o mercado da NBA segue com algumas movimentações. São pequenas, mas que merecem o destaque aqui nesse pequeno espaço. As organizações seguem tentando ajeitar a casa para iniciar os treinamentos com os times 100% preparado. Em menos de 1 mês já temos o NBA Global Games, e menos de 50 dias inicia a temporada regular.

- O Golden State Warriors oficializou a contratação de Leandrinho Barbosa (foto). O brasileiro disputou recentemente a Copa do Mundo de basquete, e teve boa participação ofensiva. Ele chega para deixar a equipe ainda mais forte nos arremessos de longa distância (Curry e Thompson gostaram).

- O Cleveland Cavaliers fechou com o armador Chris Crawford. Serão dois anos recebendo o salário de novato. Crawford não foi draftado, mas agradou na Summer League de Las Vegas: 10 pontos de média. Em seu último ano na faculdade (Memphis), anotou média de 8,7 pontos e 4,0 assistências;

- O Brooklyn Nets foi atrás de um pivô. A franquia chegou ao acerto com Jerome Jordan, que estava atuando no basquete italiano, do Virtus Bologna. Em 2012/2013, Jordan rodou por algumas equipes da D-League, porém não recebeu oportunidades na NBA.

- Sem espaços na liga, Delonte West acertou com Shanghai Sharks, do basquete chinês. Na Summer League desse ano, chegou atuar pelo Los Angeles Clippers e obteve média de 6,0, 3,3 rebotes e 2,3 assistências. West não atua na NBA desde a temporada 2011-2012 quando vestia a camisa do Dallas Mavericks. 

- Antes do Mundial, o nome de Zoran Dragic, irmão de Goran, já era especulado na NBA. Com boa participação da Eslovênia no Mundial da Espanha, o interesse cresceu. Equipes como Miami Heat e Phoenix Suns já sondam o atleta de 25 anos. O problema é que o jogador está na Europa e tem uma multa rescisória em seu contrato de 750 mil euros. A NBA só permite que as equipes paguem 600 mil (o resto sai do bolso do jogador).

- Informa a Yahoo Sports que o Atlanta Hawks chegou a um acordo com Elton Brand, que renova seu vínculo por mais um ano (2 milhões de obamas no bolso). Na temporada passada, em 73 jogos, Brand marcou 5,7 pontos e 4,9 rebotes por partida. 

- O New Orleans Pelicans fechou negócio com o ala-armador Dionte Christmas. Em 2009, estava inscrito no Draft, no entanto acabou não sendo selecionado. Trilhou a carreira pela Europa, e atuou no Phoenix Suns na temporada 2013/2014.

11 de setembro de 2014

ESPAÇO LITERÁRIO: The Jordan Rules


Rubens Borges (@HitTheGlass)

Sam Smith cobre a NBA há mais de 30 anos. O jornalista começou no Chicago Tribune, e hoje trabalha para o Bulls.com. Smith acompanhou a controversa temporada de 1990-91 do Chicago Bulls e colecionou as histórias dos bastidores do título da franquia no excelente The Jordan Rules. 

O livro retrata as brigas de Jordan com o então treinador Doug Collins. Sua relutância em aceitar o triângulo, já que não confiava em seus colegas de equipe. E, como no meio disso tudo, o Bulls cresceu para vencer o primeiro de seis títulos em uma década. 

O livro foi escrito quando jornalistas viajavam com o time em voos comerciais. Assim, eles tinham a chance de conversar com os jogadores em um ambiente tranquilo, longe das câmeras e outros jornalistas. 

Verdade que o livro foi mais controverso na época, antes da internet e do acesso 24 horas por dia, sete dias por semana que os fãs do esporte têm hoje. Mas ainda dá um olhar incrível dentro da dinâmica do time. 

Alguma coisa do que se aprende no livro já veio a tona e virou assunto comum. Jordan era, como direi, afinal como Wu-Tang e HtG, Paixão NBA é para as crianças, exigente com seus companheiros de time. Constantemente dando cutucões verbais e, as vezes não físicos, MJ tentava de tudo para vencer. E o primeiro título veio antes dele entender, completamente, como ser um líder. 

O que pessoas esquecem, e The Jordan Rules retrata bem, é o crescimento do elenco. Scottie Pippen não chegou no Bulls como o futuro membro do Hall da Fama, Horace Grant não era o ala-pivô perfeito para o triângulo antes da chegada de Phil. O Bulls levou anos para ser um grande time, e Sam Smith conta essa história. 

Como todo livro de bastidores, as melhores partes são as histórias que não chegaram na mídia. Como algumas das frases a seguir: 

“Você errou toda jogada que a gente já fez. Você é burro demais para memorizar as jogadas. A gente deveria se livrar de você”, para Horace Grant. 

“Dor de cabeça hoje, Scottie?”, mostrando para Pippen, que tinha uma cabeça fraca nos primeiros anos de NBA, sua noite de 2-16FG. 

“Will Vanderbilt. Ele não merece ter o nome de uma das escolhas do Big Ten”, sobre Will Purdue. Sam 

Smith faz um estupendo trabalho relatando a temporada do Bulls. Infelizmente, o livro não existe em português (uma rápida pesquisa na internet confirmou minhas suspeitas). Mas que consegue ler em inglês, vale muito a pena.

8 de setembro de 2014

Um dia memorável para o basquete brasileiro


Desde que ficou decidido que a Argentina seria nossa adversária na fase mata-mata do Mundial de basquete, em um 7 de setembro, eu já comecei a ter pesadelos. Sempre acreditei nessa equipe, tenho plena certeza que somos melhores que eles (comparando os atletas disponíveis), porém meu medo era o nosso psicológico. Esses jogadores tiveram que aguentar todo tipo de crítica, e tinham aquela seleção que estava sendo pedra no sapato ano-pós-ano. Tirando o nervosismo inicial, o Brasil passeou em quadra e despachou os hermanos para Buenos Aires mais cedo.

Não farei um resumo do jogo, pois com certeza você já leu por aí, assistiu vídeos e está totalmente por dentro do que aconteceu em Madrid nesse feriado nacional de Independência na nossa querida 
República Federativa do Brasil. O que quero dizer é que essa vitória vai muito além de apenas uma classificação para outra fase e uma eliminação. Matamos o fantasma que nos perseguia, damos moral para esse elenco ir em busca de uma medalha (sem pressão, ok?), valoriza o trabalho do criticado (críticas sem fundamento) Rubén Magnano e dá alegria para essa turma de jogadores que sempre encontrou dificuldades para atuar juntos (férias da NBA, lesões, problemas de seguro, etc). É visível como eles amam atuar juntos. Essa geração merece ser valorizada. É provavelmente o último Mundial dessa geração atuando no mais alto nível.

Acordei nesse domingo apenas com o pensamento voltado para às 17h. Ansioso e preocupado. Eu tremia assistindo jogo. O início do Brasil me preocupou muito, mas algo me tranquilizava: "Se o Brasil, jogando mal, está perdendo por pouco, imagina quando entrar na partida". E entrou. E brilhou. Com a entrada de Raulzinho (alô UTAH JAZZ), nossa equipe se encontrou e amassou os hermanos. Nos minutos finais, larguei o "Matheus - Paixão NBA" e virei o "Matheus - Torcedor". Foi demais! A ficha ainda não caiu.

O ponto alto da noite foi ver um argentino, puto da cara, me xingando por eu cantar: "ARGENTINA, DECIME QUE SE SIENTE". Isso não tem preço! Ver todos se ajudando dentro de quadra, vibrando, correndo um pelo outro encheu os olhos dos torcedores. Marquinhos chamando o Scola (hahahaha) para dançar, ver o nosso garrafão jantar os adversários, ver o Raulzinho se AGIGANTAR, o Magnano vibrar, o elenco sorrir... cara, isso me emocionou. O basquete brasileiro voltou a ser admirado (mas a dona ESPN tá de sacanagem).

Agora vamos pegar a Sérvia, equipe no qual já derrotamos na primeira fase. Vencemos jogando um grande basquete (tirando aquele blecaute no 3Q). Os europeus acabaram com a forte Grécia (5-0 na primeira fase), e vão com moral para nos enfrentar. Eles mudaram o estilo e vão priorizar o jogo mais rápido, ali no perímetro. Será um jogo totalmente diferente, mas ainda confio no Brasil. A ficha eu não sei quando vai cair, no entanto lembrarei com muito carinho esse 07 de setembro de 2014.

7 de setembro de 2014

NBA volta a ter um caso de racismo


Após o caso de racismo envolvendo o ex-dono do Los Angeles Clippers, Donald Sterling, a NBA pensou que ficaria longe desses problemas por um bom tempo. Mas só pensou. A liga volta a enfrentar os problemas com as mesmas proporções e já trabalha para tentar arrumar a casa. O motivo? Racismo do dono do Atlanta Hawks.

O proprietário da franquia da Geórgia, Bruce Levenson, é o pivô do novo escândalo. Em 2012, ele teria enviado um e-mail que continha mensagens racistas citando atletas afro-americanos. A partir da denúncia, a NBA começou uma investigação independente e comprovou o preconceito praticado por Levenson.

Para este caso não seguir os passos de Sterling e virar uma verdadeira novela que desgasta a imagem da franquia e liga, a NBA já anunciou que o Atlanta Hawks será vendido. O documento foi assinado hoje pelo comissário Adam Silver. Tratando seus fãs com muito respeito, a liga já emitiu um comunicado oficial:

"Depois que Bruce Levenson foi notificado pela sede da liga em julho devido o seu e-mail de agosto de 2012, a NBA começou uma investigação independente por causa das circunstâncias dos comentários do Sr. Levenson. 
Antes de concluir o inquérito, o Sr. Levenson notificou-me que ele decidiu vender o seu Atlanta Hawks. Como ele próprio reconheceu, a maneira como ele se expressou [no e-mail] é totalmente inaceitável e não é consistente com os princípios da NBA. Ele compartilhou comigo que é verdadeiramente triste usar essas palavras pejorativas e pediu desculpas à família, fãs, jogadores, funcionários da equipe, parceiros e colegas proprietários por ter desviado a atenção do nosso esporte.
Vamos trabalhar com o grupo de proprietários dos Hawks para conduzir um processo de venda adequado e oferecer o nosso total apoio ao presidente dos Hawks, Steve Koonin, que agora irá supervisionar todo o trabalho do time. A NBA e sua equipe tem tido a prossecução de políticas contra o assédio e discriminação, a fim de facilitar o respeito mútuo e a diversidade no local de trabalho. A liga, no início do verão, dobrou seus esforços para tornar obrigatório que  todos os membros recebam um curso a respeito sobre essas questões."

3 de setembro de 2014

Los Angeles Lakers já mira o mercado de 2015


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Senhores, a temporada nem começou e já surgem rumores mirando o verão de 2015. Tudo porque a ESPN americana relatou que fontes da liga afirmam que o Los Angeles Lakers, que não conseguiu grandes movimentações no mercado de agentes livres em 2014, já mira o mercado do ano que vem. Dois nomes surgem como a meta principal. 

Com Steve Nash perto do fim da carreira, a franquia da Califórnia vai em busca de um armador novo. A primeira opção seria Eric Bledsoe; O plano B também está elaborado: é Goran Dragic. O mais engraçado é que Bledsoe ainda não definiu o seu futuro e segue como agente livre, porém com restrições, sendo assim, qualquer time para oferecer um contrato, mas com o Phoenix Suns podendo cobrir e ficar com o atleta; O mais provável é que o armador assine uma oferta de qualificação  com o Suns, se tornando um agente livre sem restrições na próxima offseason. É aí que entra o Los Angeles Lakers. 

O esloveno Dragic seria a opção caso Bledsoe assine com outra franquia (sign-and-trade). O Houston Rockets é outro interessado em Dragic. O que eu acho de tudo isso? Loucura. A temporada 2014/2015 sequer começou e as equipes já discutem o mercado do ano seguinte. O planejamento deve ser feito e é muito importante, no entanto ainda é cedo. A temporada é longa e muita coisa pode mudar.

Tracy McGrady trabalha para retornar à NBA


Ele estava aposentado. Largou o basquete para se aventurar nas ligas menores de baseball. Após um ano parado, Tracy McGrady está considerando retornar à NBA, relata a Yahoo! Sports. Seu último jogo ocorreu em 11 de junho de 2013 quando vestia a camisa do San Antonio Spurs. T-Mac, aos 35 anos, teria lenha para queimar na liga? 

As informações é que McGrady estaria treinando nesse verão americano ao lado de Kobe Bryant, para ver como está o seu estado físico e ver se há condições de voltar atuar e ser importante na rotação de uma equipe. No mês de agosto, foram três treinamentos durante a semana. Após essa notícia, algumas franquias já demonstraram interesse, porém ainda não aconteceu proposta formal.

Em 15 temporadas na NBA, T-Mac atuou em mais de 900 jogos e no início dos anos 2000 era um dos principais jogadores do planeta. O melhor momento da carreira aconteceu na temporada 2002/2003 quando, então atleta do Orlando Magic, anotou média de 32,1 pontos, 6,5 rebotes e 5,5 assistências. O ala-armador viveu grandes momentos no Houston Rockets. A memorável partida onde anotou 13 pontos em 33 segundos são lembradas aqui no blog de forma constante (leia aqui).

As lesões em determinada parte de sua carreira o prejudicaram muito, o forçando se aposentar mais cedo que o habitual. O Spurs o contratou para atuar nos playoffs de 2013, mas ele só entrou em 6 jogos, todos já sacramentados. Ver T-Mac em quadra é sempre legal. Se realmente tiver condições, vê-lo na NBA será bom demais. Forçar uma volta estragaria a sua imagem.

2 de setembro de 2014

A vontade de Anderson Varejão se aposentar em Cleveland


Desde 2004 na equipe, Anderson Varejão já começa a olhar para seu futuro. Cotado para ser titular na temporada, o pivô ainda corre riscos de ser envolvido em uma negociação e sair de Cleveland. Porém, se depender dele, isso não vai acontecer.

Esse é o famoso "ano de contrato" onde o atleta vai para o seu último ano garantido na franquia. Para 2014/2015, Anderson vai receber quase 10 milhões de dólares, no entanto apenas 4 milhões são garantidos. Os Cavs podem trocá-lo, mas o desejo é de ficar mais anos em Ohio.

Disputando o Mundial de basquete com a seleção brasileira, Varejão deu umas palavrinhas para a galera do NBA Maniacs e confirmou a vontade de permanecer nos Cavaliers: "Eu quero ficar em Cleveland, mas agora eu não penso nisso. Eles sabem o que quero fazer, sabem que eu quero ficar." No fundo, depois de tudo o que passou na franquia, a vontade real é de se aposentar em Ohio. É um ícone, é conhecido por todos, a torcida adora a "noite das perucas" e ninguém imagina ele fora. 

E cara, estamos falando de um cara que viveu o céu e o inferno muitas vezes ao longo dessa década com a camisa 17. Pegou a chegada de LeBron, o crescimento, a chegada à final, os fracassos nos playoffs, a saída de James e todo aquele período de derrotas. Ele se manteve firme e sempre demonstrou amor aos Cavs. Sair agora que o time tem reais chances de título?

Inclusive após a saída de James, cresceram as suas responsabilidades e Anderson precisou marcar presença nas jogadas de ataque. Em 2012/2013, antes da lesão, o brasileiro estava com média de 14,1 pontos e 14,4 rebotes. Um monstro. Em 2013/2014, a comissão técnica resolveu apostar em Andrew Bynum e jogou Andy pro branco. Péssima escolha.

Agora ele tem tudo para ser titular e ser importante ao lado de Kevin Love, LeBron e Kyrie Irving. O técnico David Blatt saberá usar a força de Varejão tanto no ataque como na defesa. A nossa torcida é que os problemas físicos não atrapalhem. 

Os back-to-backs das equipes na temporada 2014/2015

"Quem é que foi o filho d%¨&$ que fez esse calendário?"

A distância percorrida pelas equipes na temporada
Confira o calendário de jogos da temporada 2014/2015

Todo ano que o calendário da NBA é divulgado, é levantada a discussão: é preciso mesmo 82 jogos? Realmente é uma maratona para os jogadores, mas isso acontece desde a criação da liga e temos que aceitar. Um dos fatores para o sucesso de uma franquia é ter sua equipe bem fisicamente, por isso o descanso é indispensável . Nessa temporada 2014/2015, quem vai sofrer com o famoso back-to-back?

Que diabos é o tal do "back-to-back" que qualquer jogador, técnico, comissão técnica, executivos e presidentes tanto odeiam? São aquelas partidas em noites consecutivas. O famoso 'joga dois jogos em duas noites seguidas.' O problema é que muito dessas partidas ocorrem em cidades diferentes, fazendo a franquia jogar uma noite em uma cidade, correr, pegar o jatinho e jogar em outra cidade no dia seguinte. Assim até o Tim Duncan fica cansado!

A notícia boa dessa temporada é que o período de descanso na parada para o All-Star Game será maior. Os jogadores poderão curtir a famosa All-Star Weekend em paz e depois ganhar mais alguns dias de folga. A NBA trabalha para estender o tempo de descanso para uma semana

Em 2014/2015, quem vai sofrer mais com o back-to-back? Para a tristeza de Stan Van Gundy (foto), será o Detroit Pistons, que terá 22 ao longo da caminhada. Miami Heat e Los Angeles Lakers são os times que menos sofrerão, com apenas 16 back-to-backs. Na temporada passada, quem foi o mais prejudicado foi o Charlotte Bobcats, com 22; New York Knicks e Denver Nuggets tiveram apenas 14.

Segue a lista:
  • Detroit Pistons, 22 
  • Philadelphia 76ers, 21 
  • Milwaukee Bucks, 21 
  • Atlanta Hawks, 21 
  • Charlotte Hornets, 21 
  • San Antonio Spurs, 21
  • Denver Nuggets, 21 
  • New York Knicks, 20 
  • Houston Rockets, 20 
  • New Orleans Pelicans, 20 
  • Memphis Grizzlies, 20 
  • Cleveland Cavaliers, 20 
  • Chicago Bulls, 20 
  • Brooklyn Nets, 19 
  • Minnesota Timberwolves, 19 
  • Portland Trail Blazers, 19 
  • Toronto Raptors, 19 
  • Utah Jazz, 19 
  • Los Angeles Clippers, 19 
  • Golden State Warriors, 19 
  • Phoenix Suns, 18 
  • Boston Celtics, 18 
  • Washington Wizards, 18 
  • Oklahoma City Thunder, 18
  • Orlando Magic, 17 
  • Sacramento Kings, 17 
  • Indiana Pacers, 17 
  • Dallas Mavericks, 17 
  • Miami Heat, 16 
  • Los Angeles Lakers, 16
Vale também lembrar que o termpo 'Back-To-Back' pode usar usado quando um time conquista o título em duas temporadas seguidas. O caso mais recente foi o Miami Heat (2012 e 2013). Há um vídeo de Magic Johnson, ícone desse esporte, comemorando no vestiário dizendo "BACK-TO-BACK, YEAH" (veja aqui) após conquistar mais uma vez o título. No caso dessa postagem, falamos apenas das maratonas de jogos.