12 de maio de 2013

A temporada do Nuggets: de histórica a decepção


Thiarles Gonçalves (@ThiarlesCopero)

Tudo começou na offseason dessa temporada. Na badalada troca de Dwight Howard para o Los Angeles Lakers, um dos envolvidos era o Denver Nuggets. A equipe do Colorado, percebendo que teria que arriscar mais para tornar a equipe mais forte, mandou Al Harrington e Arron Afflalo para o Orlando Magic, recebendo em troca, o all-star Andre Iguodala. 

A equipe perdia dois bons jogadores, porém ganhava um jogador acima da média e, sobretudo, um excelente defensor. Talvez o melhor da NBA no perímetro. A verdade é que o movimento do front office da equipe animou os torcedores, que viam a chance da franquia alçar voos mais altos.

O início de temporada não foi o esperado. Os Nuggets ainda não tinham o entrosamento ideal e nos primeiros jogos estava rendendo aquém do esperado. Algo normal com toda equipe que passa por mudanças no elenco. A equipe foi embalar mesmo a partir do trigésimo jogo da temporada. O entrosamento entre Ty Lawson e Andre Iguodala ia aumentando e, com isso, a produtividade da equipe, que se firmava como uma das mais legais de se assistir na NBA, se não a melhor.

Acabou então que o time acabou superando as expectativas e entrando para a história da franquia, batendo recordes. Entre eles, podemos citar o de maior números de vitórias em uma temporada (57), sequência de jogos sem perder  (16) e sequência de jogos sem perder em casa (23), terminando então a temporada em alta, na terceira posição do Oeste. Que viessem então, os playoffs.

O time exalava confiança e os torcedores também. Muitos acreditavam em final de conferência, ou até mesmo as finais da NBA... até aparecer pela frente o Golden State Warriors e Stephen Curry.

Os californianos fizeram a série de suas vidas. Eles souberam explorar algo que sempre foi o ponto fraco do Nuggets: defesa nas bolas de três. Todos sabiam que o Warriors era a melhor equipe nos chutes de longa distância. Porém o que ninguém esperava, era que Curry e CIA fizessem história, como no jogo dois dessa série.

O time teve um dos melhores aproveitamentos nos FGs e 3FGs da história, chutando 51-79 (64.6%) e 14-25 (56%), respectivamente. Simplesmente irreal para roubar a homecourt advantage do Nuggets que outrora era a melhor equipe da NBA jogando sob seus domínios. A partir daí, os californianos apenas souberam aproveitar o fator casa para levar a série por 4-2.

Mesmo com a eliminação preoce e inesperada, a equipe teve o Coach of the year (George Karl) e o Executive of the year (Masai Ujiri). Prêmios merecidos. Karl simplesmente comandou um time que, como eu disse antes, fez história. Ujiri apesar de não ter sido o GM com mais movimentações na offseason, foi o responsável por movimentos importantes, como a contratação de Andre Iguodala (troca) e Evan Fournier (draft) e as renovações de Ty Lawson, Andre Miller e JaVale McGee.

O Nuggets fez uma temporada regular de orgulhar os torcedores, de encher os olhos. E quando se encontrava na obrigação de vencer, decepcionou. Passou de histórico a decepção. Em seis jogos.

5 de maio de 2013

As melhores médias de assistência por jogo nos playoffs


A NBA está recheada de grandes armadores, isso todo mundo sabe. Mas vocês sabiam que apenas dois armadores conseguiram média de dois dígitos atuando em uma partida de pós-temporada? São eles os lendários Magic Johnson e John Stockton.

Nem Chris Paul, IsiahThomas, Mark Jackson, Rajon Rondo, Jerry West... nenhum desses conseguiu atingir média de dois dígitos em uma partida de playoff.

A melhor marca de Magic aconteceu na temporada 1984-1985, quando o armador distribuiu 15.2 assistências por jogo. Foi decisivo no título dos Lakers sobre o Boston Celtics por 4x2.

Já Stockton teve sua melhor marca na temporada 1989-1990, quando o armador do Utah Jazz teve média de 15,0 pontos de média, no entanto viu seu time cair na primeira fase pelo Phoenix Suns (3x2).

As maiores médias de assistências em partidas de playoff:

1º Magic Johnson (12,3)
2º John Stockton (10,1)
3º Chris Paul (9,5)
4º Deron Williams (9,4)
5º Rajon Rondo (9,2)
6º Oscar Robertson (8,9)
7º Kevin Johnson (8,9)
8º Isiah Thomas (8,9)
9º Steve Nash (8,8)
10º Bob Cousy (8,6)

Se você quer saber a média de qualquer outro jogador, é só pedir nos comentários que vou trazer para vocês.

Dupla do Knicks amassa o aro


Na semi-final de conferência pela primeira vez desde 2000, o New York Knicks esperava uma grande vitória na tarde desse domingo sobre o Indiana Pacers. Seria um belo início de série, que deixaria o Madison Square Garden pegando fogo. No entanto, o Indiana Pacers, que não é bobo, venceu por 102-95. Com o triunfo, o time de Frank Vogel quebra o mando de quadra do adversário e agora tem a vantagem do duelo.

O problema dos Knicks foi ver sua principal dupla atuando abaixo da média. Combinados, Carmelo Anthony e J.R. Smith chutaram 43 bolas e acertaram somente 14 (aproveitamento de 32%).

O destaque do jogo foi Lance Stephenson, que anotou 11 pontos e apanhou 13 rebotes. É o terceiro ano de Stephenson na liga, e em 2012/2013 ganhou diversas oportunidades na equipe titular. Está dando conta do recado ao lado de David West, Paul George e Roy Hibbert.

O jogo 2 acontece na terça-feira, às 20h. Vencer é fundamental para os Knicks. Em caso de nova derrota, a franquia viaja para Indianapólis perdendo por 2-0. Buscar uma reação na casa do adversário seria uma tarefa mais do que dura.

4 de maio de 2013

Promoção Paixão NBA: camisa personalizada


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3 de maio de 2013

LeBron James é o MVP da temporada 2012/2013


LeBron James é o MVP da temporada 2012/2013. É o quarto prêmio do ala do Miami Heat. Ele se junta a Bill Russell, ambos com quatro MVPs em CINCO anos. Na história, ele empata com Wilt Chamberlain e fica atrás apenas de Bill Russell (5), Michael Jordan (5) e Kareem Abdul-Jabbar (6). O curioso é que ele tem o dobro de MVPs em relação a Michael Jordan quando o melhor jogador da história tinha 28 anos. 

Na temporada, LeBron dominou por completo. No Miami Heat ele liderou a franquia em pontos, rebotes e assistências. James teve média de 26,8 pontos, 8,0 rebotes e 7,3 assistências. Outro feito no ano foi ser o destaque do Heat durante a enorme sequência de vitórias, a segunda maior da história.

Playoffs não é comum em Oakland


O Golden State Warriors fechou a série contra o Denver Nuggets e agora é o adversário do San Antonio Spurs na semi-final de conferência. A torcida da equipe está fazendo uma grande festa, empurrando seus atletas e tentando intimidar os adversários. Nos três jogos em Oakland, os Warriors venceram os três, algo que foi fundamental para eliminar o bom de time de George Karl.

O mais interessante é que para quase todos os mais de 19 mil torcedores que lotam a Oracle Arena, os playoffs é quase uma novidade. Quando a franquia se alojava na Phildadelphia, era comum ver o time indo longe. Depois, San Francisco recebeu esse time de braços abertos. Foram boas campanhas, com os Warriors chegando a 2 finais (perdendo ambas). A transferência para Oakland aconteceu em 1971. Logo na quarta temporada veio o título da NBA. Depois do título, foram disputadas 38 temporadas e os Warriors se mostrarem presente em apenas 9 pós-temporada.

Quando eu digo que hoje muitos que estão indo ao ginásio apoiar o time e que não estão acostumados com os playoffs, é porque houve um período de seca: os Warriors ficaram anos sem ir para a pós-temporada. As boas campanhas vieram nos anos 70 quando a maioria não era nem nascida.

Em 1994, quando caíram na primeira fase para o Phoenix Suns, a primeira vez que a franquia voltou a se classificar para os playoffs aconteceu apenas em 2007. Nesse ano, o time surpreendeu a todos ao eliminar o Dallas Mavericks, time que havia vencido 67 partidas na temporada regular (melhor campanha entre todos os times). Em seguida, tomou 4x1 do Utah Jazz e se despediu.


Passado 6 anos, com Stephen Curry, David Lee, Klay Thompson, Andrew Bogut, Jarrett Jack e cia., o Golden State Warriors retorna aos playoffs para alegria de sua torcida, que agora espera ver uma sequência boa. Não adianta fazer bonito em uma temporada e ficar longos anos assinando League Pass para ver os demais times brigando pelo título.

2 de maio de 2013

Esposa de Carmelo Anthony protagoniza outra confusão


Após o final do jogo entre New York Knicks e Boston Celtics, enquanto os jogadores se dirigiam ao vestiário, uma nova confusão se iniciou após Jordan Crawford ter dirigido algumas palavras à Carmelo Anthony, e Raymond Felton tomou as dores do companheiro e partiu pra cima do rival. Logo chegou a turma do deixa disso e apaziguou as coisas.

Pelo vídeo, parece que o jogador do Celtics diz as seguintes palavras: ”My Boy Fucked Your Wife”. Não vou traduzir porque todo mundo já sabe do que se trata. No vestiário, Carmelo disse aos jornalistas que não valia a pena  ficar falando de Crawford, que não jogou nenhum minuto na vitória celta.

Em meio a tantas pessoas, podemos ver o brasileiro Fab Melo, que também não atuou na partida, porém aparece tomando uma dura do técnico Doc Rivers. Lembrando que não é a primeira vez a esposa de Melo protagoniza uma confusão. Não dá para esquecer quando Kevin Garnett disse para Melo: "sua mulher tem gosto de mel Nut Cheerios". O ala do Knicks foi até o ônibus do Celtics tirar satisfações com KG.

Veja o vídeo da confusão: