23 de julho de 2014

Para Nenê, seleção brasileira é melhor que Washington Wizards


 "Eu gosto de visar o momento, meu foco é aqui. E acho que a seleção é muito melhor que o time que tenho lá".

Se preparando para o Mundial de Basquete, o brasileiro Nenê Hilário concedeu entrevista aos jornalistas em São Paulo falando sobre o torneio, sobre a carreira e o fato de usar a camisa da seleção. Apesar de estar atuando na principal liga de basquete no planeta desde 2002, Nenê vai atuar no seu primeiro mundial.

Um dos temas mais abordados nas entrevistas são suas dispensas ao longo dos anos, a reprovação por alguns torcedores brasileiros e as duras críticas de Oscar Schmidt. Além de estar tranquilo, o ala-pivô ainda comentou que a atual seleção brasileira é melhor que o Washington Wizards, sua equipe na NBA.

A competição acontece de 30 de agosto até 14 de setembro, na Espanha. O Brasil está no grupo A ao lado de Espanha, Sérvia, Egito, França e Irã. Principais nomes do basquete brasileiro na NBA (Varejão, Splitter, Nenê e Leandrinho) estão confirmados para o mundial. 

* a declaração de Nenê foi retirada do site da ESPN Brasil.

20 de julho de 2014

Uma pequena homenagem para Ray Allen


Era um 20 de julho de 1975 quando nascia Walter Ray Allen, em Merced, na Califórnia. Poderia ser apenas mais uma simples criança vindo ao mundo, porém se tratava de um cara especial. Se tratava de um dos maiores chutadores dessa liga, sendo o recordista de bolas de três convertidas na história. Qualquer tipo de homenagem é pouco.

Na faculdade, atuou de 1993 até 1996 na Uniservidade de Connecticut e foi responsável por uma média de 19,0 pontos, 6,0 rebotes e 2,4 assistências. Em seu último ano, sua média era de 23,4 pontos (46,6% de aproveitamento nos chutes de 3); Inscrito no NBA Draft de 1996, é selecionado na quinta escolha pelo Milwaukee Bucks. Desde então, são 18 temporadas de Ray Allen na NBA e o PN vai relembrar os números do jogador.

É apenas uma lembrança para não deixar esse dia passar em branco. Com certeza já falamos muito do Ray aqui no blog, porém é sempre bom destacar. Eu sei que boa parte da torcida do Celtics ainda vai o chamar judas, mas em nenhum momento podemos esquecer o que ele fez de bom na franquia. Vale lembrar que o atleta ainda não sabe se vai optar por se aposentar ou seguir mais uma temporada. O Cleveland Cavaliers aparece como uma das equipes interessadas no jogador.

A carreira na NBA:

Milwaukee Bucks

- 7 temporadas (1996 até 2003)
- 494 jogos
- 9681 pontos (média de 19,6)
- 2260 rebotes (média de 4,6)
- 1861 assistências (média de 3,8)
- 2587 bolas de três chutadas
- 1051 bolas de três convertidas (40,6% de aproveitamento)

Seattle SuperSonics

- 5 temporadas (2003 até 2007)
- 296 jogos
- 7273 pontos (média de 24,6)
- 1375 rebotes (média de 4,6)
- 1241 assistências (média de 4,2)
- 2252 bolas de três chutadas
- 869 bolas de três convertidas (38,6% de aproveitamento)

Boston Celtics

- 5 temporadas (2007 até 2012)
- 358 jogos
- 5987 pontos (média de 16,7)
- 1215 rebotes (média de 3,4)
- 981 assistências (média de 2,7)
- 1949 bolas de três chutadas
- 798 bolas de três convertidas (40,9% de aproveitamento)
- 1 título

Miami Heat

- 2 temporadas (2012 até 2014)

- 152 jogos
- 1564 pontos (média de 10,3)
- 422 rebotes (média de 2,8)
- 278 assistências (média de 1,8)
- 641 bolas de três chutadas
- 255 bolas de três convertidas (aproveitamento de 39,8%)
- 1 título

Total

- 1300 jogos (14º que mais jogou)
- 46344 minutos (11º com mais minutos na história)
- 2973 bolas de três convertidas (líder em absoluto)
- 24505 pontos (21º na história)
- 89% de aproveitamento nos lances livres (6º na história)
- 10x selecionado para o All-Star Game
- 2 campeonatos
- 184 milhões de dólares em salários

Aqui uns vídeos para relembrar a carreira desse mito:

Sendo selecionado no NBA Draft



Batendo o recorde de Reggie Miller
   

A bola sensacional nas finais de 2013



Feliz aniversário, Ray Allen!

O jogo em que Michael Jordan enfrentou Scottie Pippen


Eles foram companheiros de equipe em 10 temporadas. Foram campeões nas seis finais que o Chicago Bulls chegou. É impossível falar de um e não lembrar o outro. Sim, estou falando de Michael Jordan e Scottie Pippen. O camisa 23 e o camisa 33 são responsáveis pela dinastia imposta pelos Bulls nos anos 90. Nem mesmo a passagem apagado de Jordan pela liga de baseball apagou a sintonia de ambos. Sempre que estiveram juntos, era um caos para os adversários.

Além de tudo isso, são os atletas que mais vestiram a camisa da franquia do Illinois. Jordan atuou em 930 jogos enquanto Pippen atuou em 856. Após a conquista do sexto título, em 1998 contra o Utah Jazz, chegou o momento do adeus. O rei do basquete anunciava a sua aposentadoria. Pippen, ainda com gás aos 33 anos, se mudou para Houston, indo jogar nos Rockets.

Depois de anos de parceira, o destino proporcionaria algo difícil de engolir: Jordan ENFRENTARIA Pippen. Após 1640 dias desde o jogo 6 das finais em 98, os dois pisariam na mesma quadra para simplesmente se enfrentarem. Era Jordan com a camisa 23 do Washington Wizards versus Pippen com a camisa 33 do Portland Trail Blazers.

Em 10 de dezembro de 2002, no MCI Center (ginásio do Wizards), os Blazers passaram o carro por cima. A partida terminou 98x79 para o time do Oregon, que liderou o placar em 47 minutos e 3 segundos. Em 29 minutos em quadra, Michael anotou apenas 14 pontos (6-10 FG), 5 rebotes e 1 assistência. Por outro lado, Pippen marcou os mesmos 14 pontos (6-7 FG), 7 rebotes e 5 assistências. Foi o único jogo onde os dois estavam defendendo equipes opostas em toda a história.

Aqui tem alguns momentos daquele jogo que, de uma forma, também entra na história.

19 de julho de 2014

A participação do Brasil na Summer League


E terminou a participação do Toronto Raptors na Summer League de Las Vegas. Mesmo alternando entre altos e baixos, foi positiva a participação da franquia canadense, que contou com muitos nomes desconhecidos. O Brasil esteve representado por Bruno Caboclo, Lucas Bebê e Scott Machado. Foram cinco partidas, duas vitórias e três derrotas.

Os Raptors tinham um propósito nessa competição: analisar certos jogadores para poder aproveitar no elenco principal. Não quis contar com alguns atletas que já tiveram contato direto com o profissional. O mais bacana é que a principal figura era Bruno, que chocou boa parte da imprensa ao ser selecionado na primeira rodada do NBA Draft. A surpresa foi tão grande que Adam Silver nem conseguiu decorar a tempo o nome, e disse: "Bruno Cabolou". Bancado pelos executivos, Caboclo chegou com status de "Kevin Durant brasileiro". O porte físico e a facilidade para arremessar de longa distância realmente chamam a atenção.

Com toda essa expectativa, Bruno ganhou muito destaque nas transmissões da NBA TV, seus lances ganham mais ênfases nos melhores momentos... todo mundo quer conhecer esse jogador que veio do Pinheiros. Nesses cinco jogos, Caboclo anotou 11,4 pontos, 3,0 rebotes de média, além de 39,5% de aproveitamento nos arremessos de quadra. O que mais impressionou foi a facilidade de arremessar e se movimentar. Bruno é muito rápido e consegue fazer um jogo de transição excelente. O que não gostei foi os chutes forçados, porém isso é natural. Na NBA, ele vai se adaptar e saber a melhor hora de efetuar o chute. Eu realmente acredito que Bruno vai ter espaço nesse elenco. Com uma equipe inteira dando suporte ao ala, seu jogo vai evoluir e ele poderá ser importante em alguns anos na franquia. Não esperem um ano fenomenal. Nota 7.

Partindo do Bruno vamos até o Lucas. Os Raptors anunciaram que vão pagar a multa de Bebê com o Asefa Estudiantes e o pivô vai estar no elenco para a temporada 2014/2015. O que vi no Lucas foi uma preocupação no jogo defensivo. A média de arremessos por jogo foi de 3 (aproveitamento de 53%). Na defesa, Bebê procurou os rebotes e se preocupou em defender a cesta de qualquer forma. Sua participação na Summer League de 2013 é lembrada pelo festival d tocos quando ainda atuava pelo Atlanta Hawks. A média do pivô foi de 5,0 pontos, 5,8 rebotes e 0,6 blocks por jogo. Uma nota 6, passa de ano sem recuperação e garante vaga no time principal. Bebê vai aprender muito com o pessoal do garrafão dos Raptors.

Scott Machado não aproveitou a chance de mostrar serviço e conseguir contrato. Ele atuou em apenas 3 jogos (em 2 sequer pisou na quadra) e se despede da SL com 1,7 pontos, 1,7 rebotes e 1,0 assistência de média. Ele não acertou arremessos de quadra: 0-9. Seus pontos saíram através de lances livres. Está cada vez mais complicado para Machado achar uma equipe na NBA. Eu acho o mais prudente ele seguir na D-League, desenvolver o seu jogo e buscar alternativas na Europa. Não descarto nem NBB. Nota 3.

Você concorda? Comenta aí o que você achou da participação dos brasileiros na Summer League. 

18 de julho de 2014

LeBron James desbanca Michael Jordan e é eleito o atleta mais popular nos Estados Unidos


Após 11 anos atuando na principal liga de basquete do planeta, LeBron James é eleito a figura mais importante do esporte nos Estados Unidos. O ala que está retornando ao Cleveland Cavaliers destronou o rei Michael Jordan, que liderou a pesquisa de 1993 até 2005 (em 2006 perdeu o primeiro lugar para o golfista Tiger Woods, e recuperou em 2013). 

O jogador acabou sendo muito criticado após a offseason de 2010 quando preferiu sair de Cleveland da pior maneira possível, em um programa de televisão, expondo de maneira desnecessária a cidade e os fãs de Ohio. Após quatro finais, dois títulos e o prêmio de MVP das finais, James se valorizou e, finalmente, alcança o topo da lista.

A entrevista foi realizada pela Harris Interactive e contou com a participação de 2241 adultos entre 11 e 16 de junho. Entre os atletas da NBA, Michael Jordan apareceu em segundo, e Kobe Bryant, do Los Angeles Lakers aparece em quinto.

Top 10

1. LeBron James (NBA)
2. Michael Jordan (NBA)
3. Derek Jeter (MLB)
4. Peyton Manning (NFL)
5. Kobe Bryant (NBA)
6. Dale Earnhardt Jr. (Nascar)
7. Tom Brady (NFL)
8. Tiger Woods (Golfe)
9. Drew Brees (NFL)
10. Aaron Rodgers (NFL)

Carlos Boozer, Kevin Love, Brasil na Summer League... as rapidinhas da liga

Novo reforço dos Lakers
- Kevin Love segue sendo um dos principais nomes dessa offseason. Com o jogador já declarando que quer sair de Minnesota, as ofertas de troca não param de chegar em Minneapolis. A última envolve o Cleveland Cavaliers. A equipe de Ohio cederia Andrew Wiggins, Anthony Bennett e futura escolha de Draft (1ª rodada) por Love. Será que vai?

- Anistiado do Chicago Bulls, Carlos Boozer já achou um novo time: é o Los Angeles Lakers. Após sonhar tanto com Love, os californianos terão que se contentar com Boozer. Os Lakers se encarregam de pagar 3,25 milhões, enquanto o Bulls arca com 13,6M (mas não conta na folha de pagamento);

- O Toronto Raptors deu adeus à NBA Summer League de Las Vegas. Com grande expectativa em cima de Bruno Caboclo, o brasileiro terminou a competição com média de 11,8 pontos (41,2% de aproveitamento nos arremessos de quadra) e 2,0 rebotes. Lucas Bebê anotou 5,0 pontos e 4,8 rebotes; Já Scott Machado anotou 0.5 pontos, 1,0 rebotes e 1,5 assistências.

- O saudoso Glen Davis, o Big Baby, vai seguir atuando no Los Angeles Clippers. O novo contrato será de apenas 1 temporada e o valor é de 1,2 milhões. Na liga desde 2007, Davis tem uma média de 8,7 pontos e 4,7 rebotes em sua carreira. Foi campeão em 2008 com o Celtics.

- E segue o impasse envolvendo Eric Bledose e o Phoenix Suns. Tudo porque a franquia do Arizona oferece 48 milhões em 4 anos, porém o atleta exige contrato máximo de 80 milhões em 5 anos. Ele é agente livre com restrições. 

- Aos 36 anos de vida, Jason Terry sonha com o retorno ao Dallas Mavericks, equipe no qual ele foi campeão em 2011. Após temporada apagada no Brooklyn Nets, Terry foi trocado para o Sacramento Kings. Apesar do projeto dos Kings ser interessante, o jogador só pensa em títulos na fase final da carreira. 

- Após perder Lance Stephenson para o Charlotte Hornets (3 anos e 27 milhões de dólares), o Indiana Pacers acertou com Rodney Stuckey, que estava atuando no Detroit Pistons. Na temporada passada, Stuckey teve números bem parecidos com o de Stephenson. O ala-armador anotou médias de 13,9 pontos, 2,1 assistências e 2,3 rebotes.

- Fontes dizem que LeBron James tentou levar Dwyane Wade para Cleveland com ele, mas Wade optou por seguir sua história em Miami. James já levou Mike Miller e James Jones com ele. Ray Allen é o próximo da lista;

- A NBA esteve bem representada no ESPY (uma espécie de Oscar do esporte), organizado pela ESPN. Gregg Popovich recebeu o prêmio de melhor treinador/manager, Kawhi Leonard de melhor atuação em uma final, Kevin Durant de melhor atleta masculino, e Russell Westbrook de melhor retorno. 

- Agora treinador do Brooklyn Nets, Lionel Hollins está feliz por estar em New York. Em entrevista, o comandante disse que Memphis (ele dirigiu os Grizzlies por 12 anos) era igual voltar na idade da pedra se comparado à New York. 

- O Portland Trail Blazers vai tentar investir em Greg Monroe. Após o jogador se mostrar descontente com o colega de time, Josh Smith, a saída é quase certa. A intenção dos Blazers é fechar negócio através de sign-and-trade.

- Novato do Minnesota Timberwolves, o garoto Zach Lavine está impressionando a todos com suas enterradas durante o aquecimento das partidas. Já tem gente dizendo que é um dos candidatos a concorrer no concurso de enterradas. Aqui uma pequena amostra.

- Segundo um dos maiores jogadores da história, Jerry West, Kobe Bryant nunca mais ganhará um anel na sua carreira. Kobe está de contrato novo e vai ganhar 48 milhões nas próxima duas temporadas. 

17 de julho de 2014

O dia que Tim Duncan foi expulso por dar risada

Sem dúvida alguma, Tim Duncan é um dos maiores jogadores da história da liga. Vai deixar um legado incrível e seu nome será lembrado passe o tempo que for. Uma de suas marcas é o jeito sério, todo profissional de levar a  vida. Um sorriso rende diversas manchetes. Aliás, não é só ele, porque Gregg Popovich é assim também...

Acredito que sorrir não gera grandes lembranças ao ala-pivô do San Antonio Spurs. Tudo porque em 15 de abril de 2007, quando ele estava todo à vontade, solto e dando gargalhadas no banco de reservas, o árbitro Joe Crawford o expulsou de jogo. Parece maluco, mas é verdade. Por estar rindo no banco de reservas, Duncan levou a segunda falta técnica e acabou sendo ejetado.

O jogo era em Dallas contra os Mavs, ambas franquias já estavam só pensando nos playoffs e a descontração comia solta. A primeira falta técnica aconteceu após ele, no banco, reclamar de uma marcação do juiz carequinha. Aí tudo bem. Mas na segunda, rindo ao lado de Robert Horry, foi punido e expulso. O mais legal é sua cara de espantado. 

15 de julho de 2014

E se cada jogador da NBA resolve voltar para casa?


Apesar de estarmos um mês sem NBA, estamos presenciando um dos momentos mais emocionantes da liga. Sim, em alguns aspectos, a offseason é legal. sim senhor. É hora de agentes livres, sem vínculo com alguma equipe, exercer o seu livre arbítrio e escolher o seu futuro. Rumores, ofertas, dinheiro... tudo envolvido nessa parte do verão americano.

Recentemente LeBron James optou por sair do seu contrato com o Miami Heat e se tornou um agente livre. Choveram propostas, choveram interessados... todos queriam contar com o basquete de Mr. James. O que ele fez? Ouviu seu coração. Voltou para casa. Quis dar alegria ao seu povo. Ninguém pode o condenar.

Carmelo Anthony não é de New York, mas se apaixonou pela cidade e preferiu continuar nos Knicks (ok, o dinheiro ajudou). Novamente: ninguém pode condenar. Então, senhores, e se cada atleta profissional da NBA resolve voltar para casa? Como seria? O pessoal da Elite Day montou o quinteto titular das franquias da NBA com apenas jogadores que nasceram na cidade da organização. 

Equipes como Utah Jazz, San Antonio Spurs e Denver Nuggets não reúnem cinco atletas nascidos na idade/região para formar o quinteto e por isso ficam de fora. São 27 times +  bônus do Seattle SuperSonics.

Atlanta Hawks:

Kentavious Caldwell-Pope
Jodie Meeks
Josh Smith
Derrick Favors
Dwight Howard

Boston Celtics:

Michael Carter-Williams
Rick Ledo
Ryan Gomes
Noah Vonleh
Nerlens Noel

Brooklyn Nets (New Jersey)

Kyrie Irving
Lance Stephenson
Taj Gibson
Al Harrington
Kenneth Faried

Charlotte Hornets

Chris Paul
John Wall
Steph Curry
John Henson
Chris Wilcox

Chicago Bulls

Derrick Rose
Dwyane Wade
Jabari Parker
Shawn Marion
Anthony Davis

Cleveland Cavaliers

Trey Burke
Kevin Martin
LeBron James
Jared Sullinger
Kosta Koufos

Dallas Mavericks

Deron Williams
C.J. Miles
Wesley Johnson
Chris Bosh
LaMarcus Aldridge

Detroit Pistons

Jordan Crawford
Chris Douglas-Roberts
Draymond Green
Kenyon Martin
Chris Kaman

Golden State Warriors

Damian Lillard
Jeremy Lin
Paul Pierce
Matt Barnes
Drew Gooden

Houston Rockets

Daniel Gibson
Jimmy Butler
Gerald Green
DeAndre Jordan
Kendrick Perkins

Indiana Pacers

Jeff Teague
Mike Conley
Gordon Hayward
Zach Randolph
Mason Plumlee

Los Angeles Clippers

Jrue Holiday
James Harden
Klay Thompson
Kawhi Leonard
Brook Lopez

Los Angeles Lakers

Russell Westbrook
DeMar DeRozan
Paul George
Robin Lopez
Tyson Chandler

Memphis Grizzlies

Lou Williams
J.J. Reddick
Corey Brewer
Brandan Wright
Marc Gasol

Miami Heat

Brandon Knight
Tim Hardaway Jr.
Trevor Ariza
Udonis Haslem
Larry Sanders

Milwauee Bucks

Devin Harris
Wesley Mathews
Caron Butler
Tony Mitchell
Carl Landry

Minnesota Timberwolves

Nate Wolters
Alan Anderson
Mike Miller
Kris Humphries
Mike Muscala

New Orleans Pelicans

D.J. Augustin
Marcus Thorton
Thaddeus Young
Paul Millsap
Greg Monroe

New York Knicks

Kemba Walker
Danny Green
Tobias Harris
Joakim Noah
Andre Drummond

Oklahoma City Thunder

Maurice Evans
Jr. Giddens
Blake Griffin
Shelden Williams
Ekpe Udoh

Orlando Magic

Austin Rivers
Vince Carter
Chandler Parsons
Amar'e Stoudemire
Marrese Speights

Philadelphia 76ers

Kyle Lowry
Kobe Bryant
Tyreke Evans
Michael Kidd-Gilchrist
Hakim Warrick
Will Smith (rs)

Phoenix Suns

Jerryd Bayless
Carrick Felix
Richard Jefferson
Larry Owens
Channing Frye

Portland Trail Blazers

Ronnie Brewer
Terrance Ross
Kyle Singler
Terrence Jones
Kevin Love

Sacramento Kings

DeShawn Stevenson
Quincy Pondexter
Ray Allen
Ryan Anderson
Chuck Hayes

Toronto Raptors

Cory Joseph
Nik Stauskas
Andrew Wiggins
Andrew Nicholson
Anthony Bennett

Washington Wizards

Ty Lawson
Rudy Gay
Carmelo Anthony
Kevin Durant
Roy Hibbert

Em especial... Seattle SuperSonics

Isaiah Thomas
Nate Robinson
Jamal Crawford
Marvin Williams
Spencer Hawes

14 de julho de 2014

Darryl Dawkins, o pioneiro em quebrar tabelas na NBA


Quando a gente fala em quebrar tabelas, logo vem a cabeça: Shaquille O'Neal. Por tudo o que fez na sua carreira, qualquer coisa que Shaq tenha realizado ganha mais destaque, inclusive ganhou um post (aqui) à respeito aqui no Paixão NBA. Mas a proeza de quebrar uma tabela na NBA tem como pioneiro o pivô Darryl Dawkins, o Chocolate Thunder.

Quebra de tabelas sempre causaram uma preocupação para as organizações. Os cacos de vidros se espalhando aos montes e o dano ao equipamento de jogo fizeram uma regra entrar em vigor. Em 1967, as escolas e faculdades de basquete proibiram qualquer tipo de enterrada mais forte. Depois de muitos questionamentos, a lei deixou de existir nove anos mais tarde. A NBA determinou que marcaria falta técnica do atleta e possível multa.

Mas o nosso amigo Chocolate Thunder, então jogador do Philadelphia 76ers, não quis nem saber. Em 13 de novembro de 1979, em um jogo diante do Kansas City Kings, quebrou a primeira tabela na NBA. O camisa 53 nunca foi um jogador de chamar a atenção, porém ali começava a criar o seu pequeno "legado". O mais engraçado é que 3 semanas depois, em 5 de dezembro, quebrou outra tabela. Dessa vez os danos foram piores, ele arrancou o aro com os parafusos e tudo.

O então comissário da liga, o senhor Larry O'Brien (nome da taça da NBA), chamou Dawkins em seu escritório e disse: "Você será multado em 5 mil dólares por cada tabela que quebrar". Após esses episódios do Dr. Dunk, dos episódios com Shaq, a liga começou a ter um cuidado especial e trabalha apenas com tabelas "indestrutíveis".