19 de outubro de 2014

O Kobe Bryant está recuperado?

Assim como Derrick Rose, todos levam cuidados ao falar sobre o estado físico de Kobe Bryant. Será que o ala-armador do Los Angeles Lakers se recuperou dos problemas no tendão de aquiles e da fratura no joelho? Pelo que mostra nos treinamentos, a resposta é sim.

Este vine que estamos publicando aqui é de um treino e, segundo o elenco que compõe a comissão técnica da equipe, foi o mais alto que o camisa 24 saltou desde a séria contusão em abril de 2013, 18 meses atrás (tal problema que o fez perder os playoffs daquele ano);


Se realmente recuperar o seu poder físico, Bryant tem tudo para levar nas costas um limitado Los Angeles Lakers, que melhorou em relação a 2013/2014, mas segue frágil. E recentemente a ESPN, em seus famosos rankings na preseason, colocaram Kobe em 40º. Ele afirmou que são um bando de idiotas. E se nós conhecemos o menino Mamba, ele vai dar a resposta em quadra.

17 de outubro de 2014

Na África, morre irmão mais novo de Joel Embiid


Uma triste notícia correu nessa madrugada de sexta-feira e nos pegou de supresa. Arthur Embiid, irmão mais novo de Joel Embiid, morreu na noite de ontem na África. A real causa do óbito não foi divulgado, porém fontes afirmam que o jovem foi vítima de um acidade de carro. Com certeza choca de alguma forma o mundo da NBA.

Ao saber da informação, o técnico do Philadelphia 76ers, Brett Brown, o gerente geral Sam Hinkie e o ala Luc Mbah a Moute ficaram de fora do jogo do jogo dessa quinta contra o Boston Celtics e foram direto para a casa de Embiid, na Philadelphia, dar todo o suporte necessário para Joel. Na ausência de Brown, o assistente Chad Iske comandou as ações no Sixers.

"Somos todos uma família aqui. Obviamente todo mundo está pensando em Joel e sua família nesse momento. Nossos corações e orações estão com ele", disse Iske. 

Arthur tinha apenas 13 anos, e Joel é o irmão mais velho dos três filhos do casal Thomas e Christine Embiid, que moram em Camarões. Ainda lesionado de uma cirurgia no pé direito, Joel foi selecionado pelos Sixers na 3ª escolha no NBA Draft 2014. Em seu único ano com a Universidade de Kansas, o camaronês anotou médias de 11,2 pontos e 8,1 rebotes. Em muitas projeções, aparecia como provável primeira escolha geral, no entanto a lesão o atrapalhou nesse processo de seleção.

Mesmo que esteja previsto que ele vai perder uma boa parte da temporada regular, Joel já estava ganhando destaque com toda a sua irreverência e brincadeiras nas redes sociais. A perda de um familiar é sempre difícil e é complicado lidar com a situação. O que conforta todos nós é que o Sixers já está dando uma assistência ao atleta. O PN deseja muita força para o jogador e a família! 

As transmissões da 1ª semana da nova temporada da NBA



Se o site da NBA ainda não publicou nada, o aplicativo oficial da liga, o NBA Game Time já anunciou todos os jogos com transmissão internacional. Aqui para o Brasil, seguem ESPN, Space e Sports+ (canal exclusivo da Sky) como detentores dos direito de transmissão do melhor basquete do mundo.

Aqui no Paixão NBA vamos seguir colocando os jogos semanais para você sempre ir se programando. A temporada regular inicia na terça-feira, dia 28 de outubro. Nesse post inicial, será publicado os jogos dessa 1ª semana. O pessoal do Jumper Brasil publicou a lista completa de jogos no portal (aqui).

28/10/2014 – Terça-Feira - 22h - Dallas Mavericks x San Antonio Spurs – Space
28/10/2014 - Terça-Feira - 00h30 - Houston Rockets x Los Angeles Lakers – Sports+
29/10/2014 – Quarta-Feira - 22h - Chicago Bulls x New York Knicks – ESPN 
30/10/2014 – Quinta-Feira - 22h - New York Knicks x Cleveland Cavaliers – Space
30/10/2014 - Quinta-feira - 00h30 - Oklahoma City Thunder x Los Angeles Clippers - Sports+ 
31/10/2014 – Sexta-Feira - 22h - Cleveland Cavaliers x Chicago Bulls - ESPN
01/11/2014 – Sábado - 21h - Miami Heat x Philadelphia 76ers – Sports+
03/11/2014 – Segunda-Feira - 22h30 - Oklahoma City Thunder x Brooklyn Nets – Sports+
04/11/2014 – Terça-Feira - 00h - Cleveland Cavaliers x Portland Trail Blazers - Sports+

Anote na sua agenda, avise os amigos, desmarque os compromissos! A nova temporada está chegando.

16 de outubro de 2014

Steve Nash se machuca ao carregar malas, e Jeremy Lin será o titular dos Lakers

E quando parece que o Steve Nash vai ficar saudável e ficar a disposição do Los Angeles Lakers, vem uma contusão e atrapalha a vida do armador de 40 anos. Recentemente ele voltou a machucar as costas quando foi carregar a sua mala após mais uma viagem e perdeu os últimos treinamentos.

O técnico Byron Scott admitiu que o estado de Nash é uma incógnita e ele seguirá sendo avaliado, porém é certo o seu desfalque nos próximos jogos da preseason da franquia. Se ele jogou apenas 15 partidas ao longo de toda a temporada 2013/2014, ainda não se sabe como será a sua presença nesse ano. Será a 19ª temporada do armador (e a última) e seu salário será de 9,7 milhões.

"É uma preocupação porque, do meu ponto de vista, eu tenho que saber se você será capaz de jogar todos os dias ou não, ou ser capaz de jogar as partidas. Obviamente ainda temos algumas semanas para chegar a uma conclusão sobre isso", acrescentou Scott. A ideia do comandante é iniciar com Jeremy Lin na temporada regular e colocar Nash aos poucos, atuando uma média de 20 minutos por noite.

Nos quinze jogos que atuou, Nash anotou uma média de 6,8 pontos e 5,7 assistências. Já Jeremy Lin, em seu último ano com o Houston Rockets, foi responsável por 12,5 pontos e 4,1 assistências de média. O ponto positivo para Lin é que seus números foram anotados saindo do banco (reserva de Patrick Beverley); Certamente Nash vai entender a situação e sabe que seu estado físico precisa de cuidados e em nenhum momento pode ser forçado a atuar mais do que pode. O trabalho de Scott começa bem e com coerência.

O retorno de Danilo Gallinari


Felipe Torquini (@toerquini)

O Denver Nuggets fazia sua melhor campanha em uma temporada regular na história da NBA, batia recordes de vitórias em casa após há alguns anos atrás, trocar Carmelo Anthony. Nessa troca, alguns valores não tão valorizados chegavam em Denver. Um deles: Danilo Gallinari. O ala italiano anotava pouco mais de 16 pontos por noite a cada 32 minutos que jogava, seu melhor desempenho ofensivamente desde que entrou na liga. Per 36, eram 18 pontos.

Após 70 partidas jogadas na regular season, o time já estava se preparando para os playoffs com o mando de quadra, aguardando o adversário. No jogo 71, o Denver recebeu o Dallas Mavericks em casa, Gallo sente uma lesão e é retirado imediamente de quadra. Não demorou muito para explodir nas redes sociais que o italiano teria rompido os ligamentos do joelho e que estaria fora da temporada, dos playoffs e ainda de uma parte do início da outra temporada. Foi confirmado, ACL. O tempo normal de recuperação desta lesão é entre 8 e 10 meses. O Nuggets acabou sendo eliminado já na primeira rodada pelo Golden State Warriors mesmo com o mando de quadra. O italiano fez falta e fez mais ainda na temporada seguinte quando Andre Iguodala deixou o time.



Criou-se muita expectativa para a volta do italiano. Falaram em dezembro, janeiro, fevereiro, março, abril. Até que se confirmou que ele só voltaria as quadras na pré-temporada de 2014/2015. Uma temporada fora. 18 meses sem jogar. Aos poucos, notícias começavam a sair no início de 2014 que ele já estava voltando aos treinos. Primeiro corridas, depois arremessos, até que dia 22 de maio a conta oficial do Denver Nuggets no vine publicou isso:


Danilo já estava enterrando. Ele estava totalmente preparado para a próxima temporada.

A temporada estava complicada para o time das montanhas. Wilson Chandler não conseguiu substituir Gallinari com o que se esperava dele. Randy Foye como ala-armador titular do seu time é uma coisa muito deprimente para todo torcedor, como eu sou, aturar por uma temporada inteira. Nate Robinson e Ty Lawson davam a graça da equipe nos jogos. No garrafão, JaVale McGee ficou fora de quase toda a temporada e Mozgov acabou aparecendo e indo bem, sendo até uma certa surpresa. Kenneth Faried foi abaixo do que se esperava. Conseguir uma vaga nos playoffs nunca foi uma grande realidade para a equipe. Aaron Afflalo (de volta a Denver), Gary Harris e Jusuf Nurkic chegam nesta temporada para tentar melhorar as coisas.

A expectativa da volta do italiano estava forte por parte dos todos os torcedores. Nos primeiros jogos ele acabou ficando de fora, até que ele finalmente apareceu, vindo do banco, dia 10 de outubro de 2014 contra o Phoenix Suns. Apenas 14 minutos, todos no primeiro tempo. O suficiente para ele fazer uma bela exibição e deixar 17 pontos no jogo.


A volta dele significa mais que o retorno de um dos jogadores mais queridos por todos os torcedores. Significa mais para o time, ter um dos principais jogadores do elenco em quadra. Para a torcida, uma das principais referências em quadra. Um jogador que quando recebe a última bola do jogo, mesmo que erre, recebe o perdão de todos que estão na arena. É muito bom ver você de volta, Gallo!

15 de outubro de 2014

O primeiro técnico negro na NBA


O lendário pivô do Boston Celtics, Bill Russell sempre será lembrado como um dos ícones dessa liga. Eu já cansei de falar sobre o seu invejável currículo de 13 anos na NBA: 11 títulos, 5 prêmios de MVP e 12 aparições no jogo das estrelas. Mas o intuito do post de hoje não é para falar sobre o que ele fez dentro das quadras, mas relembrar uma data que cIom certeza é de suma importância: há exatos 48 anos, Russell se tornava o primeiro técnico negro da história da NBA.

Quando o técnico Red Auerbach decidiu se aposentar na temporada 1666-1667, ele procurou alguns nomes que poderiam dar sequência em seu vitorioso trabalho em frente a maior franquia da NBA naquele momento. Todos recusaram. Foi então que Auerbach chegou em Russell e perguntou se ele gostaria de assumir o cargo mesmo ainda sendo um atleta em atividade no basquete profissional. O pivô aceitou e o contrato foi assinado. Na coletiva de imprensa para o anúncio que pegou todos os jornalistas de surpresa, Russell quis deixar claro: "Esse trabalho não foi oferecido por eu ser negro, Red me ofereceu porque sabe que eu posso dar conta". E o mais bacana de tudo isso é que o Auerbach sempre foi lembrado por quebrar barreiras raciais. Ele foi o responsável em selecionar o primeiro atleta negro na liga: Chuck Cooper, em 1950. E em 1964, escalou um quinteto titular somente com atletas negros. Na época com o racismo sendo muito praticado (e nas grandes ligas isso não era diferente), o anúncio de Russell como treinador foi um golpe contra esse preconceito nojento. 

Como comandante, foram apenas três temporadas, porém vitoriosas. Em dois dos três anos, Russell conquistou o campeonato em cima dos seus tradicionais rivais na época, Wilt Chamberlain e Jerry West. Sua realização foi tão gigante que ele foi eleito o esportista do ano pela Sports Illustrated. Embora tenha tido muitos problemas com os fãs de Boston por causa do racismo (ele não foi na tradicional parada da vitória e encerrou a sua carreira de forma melancólica), Russell é uma legenda e seus feitos devem sempre ser relembrados. Sempre colocou o basquete na frente de qualquer indiferença.

Sua coragem e determinação para ser o primeiro treinador negro da NBA, abriu caminho e espaço. Ex-jogadores como Lenny Wilkens e K.C. Jones (seu companheiro no Celtics), trilharam a mesma trajetória e se tornaram técnicos. Foi Russell o responsável pela entrada de treinadores afros-americanos. Hoje eles são a maioria. Portanto, 15 de outubro é uma data sempre a ser lembrada Obrigado, Bill!

O efeito publicidade nas camisetas

Vai se acostumando...
Há quem diga que não há escapatória, e há quem diga que não passa de história. O fato é que com a nova distribuição de direitos televisivos, a publicidade nas camisas da NBA está cada vez mais eminente. Essa nova opção está criando algumas divergências entre os jogadores, e para Amar'e Stoudemire, isso pode causar um conflito de interesses entre os atletas.

"Tudo depende dos jogadores. Muitos têm os seus próprios acordos de patrocínio. Tudo depende da empresa que cada um representa. Poderia ser representado por uma empresa que não patrocina a NBA, por isso pode gerar algumas crises". Essas são as palavras do ala-pivô do New York Knicks.

Já a visão do espanhol Jose Calderon é totalmente outra. Com alguns anos atuando no basquete da Espanha, onde a publicidade é mais comum, o armador vê com bons olhos essa nova opção do basquete americano aderir marcas nas camisetas. Desde que haja bom gosto, é claro. 

Essa é boa...
"Creio que tudo depende de como esse assunto é tratado. Não sei se estamos falando de várias marcas ou uma só. Não tenho ideia de como será, mas qualquer coisa que a liga decida, tenho certeza que será bem pensado e será o melhor para a NBA e para os jogadores", disse Calderon.

A única certeza que temos nesse momento é que a era Adam Silver começa a dar as caras de vez. Ele já segurou alguns pepinos (casos de racismo com Clippers e Hawks) e se saiu muito bem, no entanto agora são escolhas diferentes, assuntos comerciais que podem mudar totalmente a cara da liga. Algumas ideias de mudar a regra de jogo também estão passando por ele. É de fato o início de uma nova era.

Eu não sou fã dessa ideia de patrocínios nas camisetas, estragaria um pouco a tradição de anos. Não sabemos se haverá um limite, não sabemos quem poderia estampar a sua marca que ficará em evidência (é uma baita jogada de marketing, diga-se de passagem), não sabemos de nada. Eu só espero que seja como o Calderon disse: tudo muito bem pensado.

Torcedores dos Spurs receberão réplica do anel de campeão


Senhores, em menos de duas semanas começa a nova temporada da NBA. Como de praxe, o detentor do título inicia os trabalhos recebendo o anel de campeão e estendendo o banner no alto do ginásio. No dia 28 de outubro, no AT&T Center, o San Antonio Spurs recebe o rival do Texas, Dallas Mavericks, e fará uma linda festa para celebrar a conquista. E o anel não vai apenas para os jogadores...

Este ano o Spurs vai fazer algo diferente. Quem comparecer no ginásio para assistir a partida, receberá uma réplica do anel de campeão. Será uma obra idêntica aos que os atletas campeões vão receber. Para comemorar o título de 2013/2014, além do logo, haverá um pedacinho do trofeu Larry O'Brien em menção aos cinco títulos da franquia.

Recentemente o Washington Wizards enviou para seus fãs um anel de campeão na data de aniversário de título do Washingon Bullets, conquistado em 1978. A ideia dos Spurs inspira todo o departamento de marketing da liga, abrindo espaço para outro item que os fãs colecionadores possam se interessar.

O duelo entre Spurs e Mavs, como já citado, acontece no dia 28 e a bola sobe às 22h. O canal Space transmitirá tudo ao vivo. O Paixão NBA, obviamente, também fará uma grande cobertura nesse dia que inaugura a mais nova temporada do melhor basquete do mundo. Se alguém for no jogo e ganhar uns anéis de campeão, entre em contato, viu?

NBA libera e Boston Celtics vs. Brooklyn Nets terá formato diferente


A NBA segue buscando algumas melhorias e fará um teste nessa pré-temporada com um jogo de 44 minutos de duração. No dia 19 de outubro, Boston Celtics e Brooklyn Nets serão os protagonistas do primeiro jogo com uma duração menor em relação aos tradicionais 48 minutos. A ideia principal é analisar o fluxo de uma partida mais rápida.
 
Em diversas reuniões, esse assunto era sempre abordado pelos treinadores e discutido o que poderia ser feito. Foi aí que foi sugerido a liga experimentar um formato mais curto. Depois de surgir essa ideia, o comitê da competição concordou que uma partida preliminar recebesse o tal formato. A realização do jogo já acontece nesse mês será de extrema importância para análises mais profundas. Para reduzir o tempo dos duelos, Celtics e Nets terão quatro períodos de 11 minutos e menos tempo de espera obrigatória para iniciar o segundo e o quarto período. Um dos pioneiros do projeto, o técnico Lionel Hollins logo que discutiu a ideia, comentou que seria uma experiência única e valeria muito a pena participar.

Acho muito válido experimentar isso. A liga faz certo em testar em um jogo de preseason e justo com pessoas com vontade de colocar isso em prática e de fazer acontecer. Não será algo que será implantado da noite pro dia. Esses quatro minutos a menos terão um impacto direto no fluxo dos confrontos. Os técnicos deverão usar mais cedo suas substituições, o tempo para correr atrás do prejuízo será menor e haverá todo um processo de adaptação.

Além de tudo, é o primeiro passo para uma possível redução de jogos durante a temporada regular. Está ficando mais do que claro que 82 jogos é ultrapassado e quem sai perdendo é exclusivamente a liga. As reuniões envolvendo membros da NBA, treinadores e jogadores são boas por causa disso. Ideias são debatidas e, aos poucos, colocadas em ação. Vamos ver como o teste de Nets e Celtics sai.